
1. Ser o promotor da empresa e traçar o seu rumo, cumprindo os seus objetivos, entre os quais se destaca a rentabilidade. Para isso, é preciso sermos promotores da inovação e estarmos atentos às necessidades dos consumidores
2. Ser alegre, empreendedor, diligente, determinado, acessível, ter autocontrole e bom senso. Tomar decisões que não sejam baseadas exclusivamente em sua autoridade e poder: sempre agindo com humildade e com apertura às opiniões dos outros.
3. Selecionar gerentes eficientes, evitando a contratação de parentes não qualificados. Da mesma forma, não negligenciar os gerentes intermediários e seu treinamento.
4. Aumentar a produtividade, promovendo a utilização eficiente de todos os recursos à disposição da empresa. Para conseguir isso, é importante que você esteja atento à redução dos custos.
5. Gerar nos seus colaboradores um sentimento de pertença à organização. Da mesma forma, tomar conhecimento de suas realidades e proporcionar-lhes condições adequadas de trabalho estimulando o desenvolvimento de suas potencialidades.
6. Estimular a iniciativa e a criatividade dos funcionários, facilitando o desenvolvimento de suas potencialidades.
7. Assimilar que a responsabilidade ética e social está acima da mera busca por alta lucratividade. Essa consideração se aplica a questões como bem-estar e emprego dos trabalhadores, comportamento desleal com concorrentes, propaganda enganosa ou busca de privilégios públicos.
8. Entender que a incorporação da espiritualidade e dos valores cristãos melhorará seu desempenho. A confiança em Deus o deixará mais otimista e com menos medo de correr riscos em novos empreendimentos. A mansidão e a humildade cristã o deixarão mais calmo, menos irritado e com maior autocontrole.
9. Compreender que sermos abertos e amarmos os outros permitirá que você entenda melhor o mau desempenho de sua equipe e, portanto, sermos mais tolerantes.
10. Entender que devemos colaborar com Deus em sua Criação, gerando bens e bem-estar para a humanidade. Sua ação enobrece a natureza, transformando-a e tornando-a mais útil a todos os homens e mulheres.
*Elaborado pelos professores da Faculdade de Ciências Econômicas da UCA, com base nos escritos de Enrique Shaw.
Fonte: https://empresa.org.ar/2022/el-decalogo-empresario-segun-enrique-shaw/
Sobre o Empresário, Enrique Shaw escreveu em seu diário:
“Sobre a função econômica do empresário:
Um homem sozinho, ou com o apoio de outros, toma a iniciativa de um negócio e assume, no todo ou em parte, o risco e a direção. Ele é o empresário no sentido econômico da palavra. Obtém a confiança dos capitalistas. Escolhe a equipe, estabelece o objetivo, determina os meios, garante a unidade, a rapidez das decisões, a discrição, o crédito e a autoridade necessária para o sucesso. Seu papel é difícil: conhecer, inspirar confiança, escolher e dirigir homens.
O empresário coloca em sua empresa: seu tempo, seu dinheiro, sua capacidade, sua honra. Ele é o agente de produção mais ativo, é o primeiro dos trabalhadores, pois sua missão é tornar a empresa capaz de cumprir seu amplo propósito econômico. Podemos concluir que, do ponto de vista econômico, nada é mais necessário para a prosperidade de um país do que deixar um grande campo livre à liberdade e às iniciativas de homens que tenham a coragem de assumir grandes responsabilidades pessoais e de ter empresários capazes, ativos e honestos.“
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